
O que nos inspira?
Conhecer mais sobre como a criança se desenvolve e suas nuances é fundamental para que possamos formar laços mais saudáveis e oferecer ações pedagógicas, parentais, e/ou terapêuticas que favoreçam o bom desenvolvimento infantil.
Assim, nasceu o Projeto pela Primeira Infância, com o objetivo de integrar os conhecimentos da Psicologia do Desenvolvimento e da Neurociência com os da Educação. Acreditamos que com um olhar integral e ampliado para o neurodesenvolvimento infantil, podemos tecer diálogos e oferecer ações que favorecem e potencializam as relações na primeira infância. Para conhecer melhor nossas ações, clique aqui.
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Missão
Inspirar e ser fonte de conhecimento para toda a rede da primeira infância, promovendo práticas que favoreçam o desenvolvimento integral da criança.
Visão
Ser referência nacional, nas esferas pública e privada, no desenvolvimento cognitivo, motor e socioemocional na primeira infância.
Valores
- Conhecimento científico atual, de qualidade e com linguagem acessível
- Conexões humanas genuínas
- Foco absoluto na criança
- Disponibilidade e comprometimento contínuos
- Transparência, ética e responsabilidade
- Respeito à diversidade em todas as suas formas
Dentro dessa perspectiva, o Projeto pela Primeira Infância é formado por uma equipe de especialistas na área da infância, com uma vasta experiência no setor educacional e da saúde. Desenvolvemos ações sistêmicas para fortalecer a rede envolvida na primeira infância. As iniciativas incluem assessoria à gestão escolar, revisão de práticas pedagógicas e terapêuticas, todas alinhadas às políticas públicas vigentes da educação. Reconhecendo a importância da parceria família-escola, também promovemos ações voltadas à família e ao fortalecimento do vínculo comunidade-família-saúde-escola. Buscamos criar espaços de diálogo fundamentados em evidências científicas, promovendo práticas eficazes para essa fase essencial do desenvolvimento infantil, sempre em consonância com políticas públicas que priorizam uma Primeira Infância de qualidade.
HISTÓRICO
Um olhar mais carinhoso para a Educação Infantil e a Primeira Infância faz toda a diferença. Foi com essa premissa que uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), liderada pelos professores Dra. Mônica C. Miranda, Dr. Orlando F. A. Bueno (In memoriam) e Ms. Carolina Toledo Piza, elaboraram o projeto de pesquisa intitulado “Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo para Profissionais da Educação Infantil: o modelo de Resposta à Intervenção”, posteriormente denominado de Projeto pela Primeira Infância. A pesquisa foi uma das aprovadas, em 2012, pelo Edital de Chamada de Propostas, lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), em parceria com a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV), para a seleção de projetos na área do desenvolvimento infantil, com ênfase na Primeira Infância.
A partir de 2015, novos parceiros integraram a equipe, somando esforços para aprimorar o conteúdo desenvolvido e ampliar as perspectivas de atuação do programa para outros Estados do país. Entre eles estão: o Instituto ABCD, na época, sob a coordenação da psicóloga e pesquisadora Ms. Carolina Toledo Piza; a equipe do Núcleo de Investigação em Neuropsicologia, Afetividade, Aprendizagem e Primeira Infância (NINAPI) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), sob a coordenação da professora Dra. Pompéia Villachan-Lyra e com a participação das pesquisadoras Dra. Emmanuelle Chaves e Dra. Sílvia Maciel; além do apoio da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (FACEPE). Em 2016, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com a participação da professora Dra. Ana Manhani C. Assenço, também integrou o projeto.
Nossa missão é acolher!
Com intuito de elaborar um programa de formação continuada destinado aos profissionais da educação, saúde e assistência social e que busque compreender as etapas do desenvolvimento integral da criança, com foco na intervenção preventiva, o Projeto pela Primeira Infância foi realizado, inicialmente em formato de pesquisas a fim de analisar sua viabilidade, nos municípios de Pirassununga (SP), Recife (PE) e Macaíba (RN).
Em 2019, o Colégio Agostiniano Mendel, em Tatuapé (SP), também abriu as portas para o projeto, o que demonstra o interesse da rede particular de ensino na qualificação da aprendizagem direcionada à Primeira Infância. No mesmo ano, o programa abraçou a Prefeitura de Brasilândia (MS). Já em 2020, o projeto acolheu a Prefeitura de Aguaí (SP).
Desta forma, consolidamos um trabalho de consultoria técnica, formando mais de 700 profissionais da rede de ensino infantil e impactando indiretamente mais de 10.000 alunos do ensino infantil da rede pública e privada.
A aproximação dos profissionais com a família da criança, excedendo o ambiente escolar, também é pauta! Em 2021, nasceu o Programa Parentalidade, na época, coordenado pela pesquisadora Ms. Adriana Amaral, com o intuito de estreitar a relação entre pais/responsáveis com os profissionais envolvidos nessa rede da primeira infância. Nossa intenção é fortalecer a parceira entre governos, ONGs, comunidades e famílias por meio de atividades centradas na criança, principalmente aquelas em situações mais desfavoráveis, com foco na família, baseadas em suas localidades e apoiadas por políticas nacionais, multissetoriais e com recursos adequados.
Assim, ao longo desses anos temos atualizado e ampliado nossas ações considerando demandas atuais e pautas como o racismo, a parceria família-escola, o brincar na natureza, entre outros.
Veja mais aqui.
EQUIPE


Carolina Toledo Piza

Lucilene Soares G. de Oliveira

Nelma Danizeth de Assis

Irene Negreiros

Maria Cristina de Arruda C. R. Oliveira (Tita)

Larissa Salustiano

Prof. Dr. Orlando F. A. Bueno (in memorian)
Emanuelle C. Chaves da Silva
Izabel A. Hazin Pires
Professora da UFRN
Juliana Ferreira
Mestranda – USF
Karina dos Santos Arruda
Mestre em Ciências – UNIFESP
Pompéia Villachan-Lira
Professora da UFRPE
PRÊMIOS, PALESTRAS E PUBLICAÇÕES
I. Pôster premiado como Menção Honrosa
Freitas, T. G.; Sousa, A. L.; Assis, N.; Oliveira, M. C. A. C. R.; Mello, C. B.; Bueno, O. F. A.; MIRANDA, M. C. Impacto de um programa de formação em desenvolvimento cognitivo para profissionais do ensino infantil. In: V Reunião Anual do IBNEC (2014) João Pessoa. V Reunião Anual do IBNEC, 2014. v. 1. p. 230-230.
Congresso Aprender Criança 2022 – Porque Cérebros Infantis Importam. Estimulando o desenvolvimento na primeira infância em casa e na escola. 2022.
Percebendo os sinais e conversando sobre emoções. Conviva SP: Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar. Secretaria de Educação de São Paulo (2021) Palestra Virtual.
Parentalidade e a parceria familia-escola na primeira infância. IX Mostra Carioca de Neuropsicologia Clínica e IV Ibnequinho (2021). Palestra virtual.
1o Simpósio INDH: primeira infância.Atualizações em neurodesenvolvimento na primeira infância. 2021.
Intervenção na primeira infância. 10ª Reunião Anual do Instituto Brasileiro de Neuropsicologia e Comportamento (IBNeC) e Congresso de Neuropsicologia do Paraná (2020). Palestra virtual.
I. Artigos
II. Capítulos de livros
QUEIROGA, B. A. M. ; CESAR, A. B. P. C. ; CAPELLINI, S. A. ; Miranda, M. C. Intervenções preventivas em aprendizagem no Brasil. In: Rochele Paz Fonseca, Monica C Miranda e Alessandra G Seabra. (Org.). Neuropsicologia Escolar. 1 ed. São Paulo:Pearson Clinical, 2020, v. 1, p. 529-548.
Miranda, M. C. Promoção de habilidades cognitivas e socioemocionais na Educação Infantil. In: Natália Martins Dias, Alessandra Gotuzo Seabra. (Org.). Neuropsicologia com pré-escolares: Avaliação e intervenção (Coleção Neuropsicologia na Prática Clínica). 1ed.São Paulo: Editora Pearson Clinical Brasil, 2018, v. 1, p. 239-257.
III. Resumos publicados em Anais de Eventos Científicos
Souza, D. P.; Ferreira, J. C. N.; Nikaedo, C.; Toledo-Piza, C. M.; Bueno, O. F. A.; Miranda, M. C. Concepções de professores da educação infantil a respeito do desenvolvimento cognitivo e processo de aprendizagem. In: V Reunião Anual do IBNEC, 2014, Joao Pessoa. V Reunião Anual do IBNEC (2014). v. 1. p. 231-231.
